Sometimes it is difficult to see the boundaries we create. Up to traverse them. This is where we trust our loved ones to push ourselves. And give us something to trust. Then there are the clearly demarcated boundaries, those who dare to overcome, we may never find your way back.
Uma hora a gente tem que olhar nos olhos dos medos. E andar pra frente. Sem atalho, sem muleta, sem abrigo. Porque a vida é o que acontece no intervalo dos nossos medos. Eles nos petrificam, nos transformam em múmias. É só quando a gente acorda, anda, se mexe, manda eles embora que a vida de fato surge pelos buracos da fechadura.
(Fonte: clarissacorrea, via dontstopbeelieving)